dimarts, 8 de novembre del 2016

DE PUNTA A PUNTA DEL MUNDO Y DEL TIEMPO POR EL PUENTE DE LA POESÍA (CON WISLAWA SZYMBORSKA EN LA MEMORIA)

"Para irmos do nada ao nada/ Levamos a vida inteira./ A nada adianta levar nada,/ Todo egoísmo é besteira.// A distância máxima/ Consegue-se com a vida máxima./ Viver não é só não estar morto./ Viver é ser feliz e pronto.// Àqueles que encurtarem/ O meu já curto caminho./ Agradeço-lhes desejando/ Um nada a nada repleto de carinho."
(El poema "Nada" pertenece al libro "Caolha", del poeta brasileño Julião Aibar Tesch, a quien hace solo unos días ha conocido mi hijo Andreu en la 34ª Feira do Livro celebrada en Novo Hamburgo, cerca de Porto Alegre, capital de Rio Grande do Sul. Mi agradecimiento a ambos.)

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